| Fonte: Atitude Sustentável - 29.09.2011 |
| Brasil - Para quem não vai mais construir uma casa, mas ainda assim quer morar em um local com menos impacto no meio ambiente, mudanças graduais podem ser feitas para melhorar o espaço. O importante é lembrar que mudanças bruscas podem gerar resíduos, que também não são necessários. Por isso, use todos os recursos disponíveis até o fim, e então, na hora da troca, opte por opções mais sustentáveis. 10. Melhore a iluminação natural. Mantenha as cortinas abertas durante o dia e posicione móveis de uma maneira favorável. Por exemplo, coloque as escrivaninhas perto das janelas, lateralmente, sendo possível utilizar a luz do sol. Assim, se gasta menos energia elétrica. |
- UFPASustentável
- Espaço de diálogo e socialização das diversas iniciativas realizadas no âmbito de ações e projetos da Universidade Federal do Pará, dando visibilidade aos movimentos de mudança e alargando para novas idéias e laboratórios de criatividade e cidadania. Pretende-se construir um ambiente interativo de partilha, que permita a disseminação de uma cultura da sustentabilidade, economia solidária e responsabilidade social.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Como deixar uma casa mais sustentável sem reformas
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Plano dos Resíduos Sólidos: saiba como contribuir na consulta pública
O Plano Nacional dos Resíduos Sólidos, parte fundamental para a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, está disponível na internet desde segunda-feira, 5 de setembro, em versão preliminar. Além das contribuições via web, a sociedade brasileira também poderá fazer sugestões ou propor novos itens por meio de cinco audiências públicas regionais, distribuídas pelas regiões do país, e uma nacional, de consolidação.
De acordo com o Ministério do Meio Ambiente (MMA), a versão preliminar do Plano Nacional de Resíduos Sólidos compreende o diagnóstico da situação atual dos diferentes tipos de resíduos, os cenários macroeconômicos e institucionais, as diretrizes e estratégias, e as metas para o manejo adequado dos resíduos sólidos no Brasil.
O documento foi elaborado pela Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do MMA, tendo por base o diagnóstico da atual situação dos resíduos sólidos no Brasil, realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), e os debates realizados no âmbito do Comitê Interministerial, formado por 12 ministérios relacionados com o setor.
Para participar através da internet, basta fazer o download do formulário disponível no site do MMA, preenchê-lo com os dados básicos e, em seguida, enviar o documento ao Comitê Interministerial até o dia 7 de novembro. As contribuições podem ser feitas levando-se em conta os capítulos 3 e 4 do plano: “Diretrizes e Estratégias” e “Metas”, respectivamente. O internauta tem a opção de referir-se ao texto atual publicado e à proposta em si, mencionar a página citada e apresentar justificativa.
Já o calendário das Audiências Públicas Regionais, cujas inscrições também podem ser feitas via internet, ficou definido da seguinte forma:
Setembro:
13 e 14 – Região Centro-Oeste: Campo Grande/MS (participação de Goiás, Mato Grosso e DF)
Outubro:
04 e 05 – Região Sul: Curitiba /PR
10 e 11 – Região Sudeste: São Paulo
13 e14 – Região Nordeste: Recife/PE
18 e 19 – Região Norte: Belém/PA
*publicado originalmente no site EcoD.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Um Código sustentável Israel Klabin Presidente da Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável (FBDS)
| As atuais discussões no âmbito do Congresso Nacional para a aprovação do novo Código Florestal não devem ser pautadas por disputas partidárias ou demonstrações de força de um ou outro elo da cadeia política, nem privilegiar a agenda de agentes econômicos. Ao contrário, o debate deve fazer prevalecer uma visão de futuro em relação ao tema da sustentabilidade. Afinal, o formato final do novo Código Florestal é assunto sério demais para ser alvo de quedas de braço que pouco têm a ver com o verdadeiro interesse nacional.
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Óleo de cozinha vira sabão em Barcarena
Muita gente não sabe, mas para fazer o sabão em barra usado para lavar louça ou roupa, a matéria-prima é o óleo de frituras. No Campus da Universidade do Estado do Pará (Uepa) em Barcarena, o projeto de extensão ‘Reutilização de Óleo de Frituras para a fabricação de Sabão Ecológico’, ensina a comunidade a fabricar o material de limpeza e a diminuir impactos ambientais.
Quando descartado em esgoto comum, o óleo de cozinha, além de gerar mau cheiro, pode causar entupimentos na rede de esgoto. Especialistas garantem que um litro de óleo é capaz de contaminar um milhão de litros de água, exigindo recursos financeiros consideráveis para separá-los.
Na Uepa, o projeto que transforma óleo em sabão começou a ser desenvolvido em 2010, pelos alunos Luciano Ramon Maciel e Emmanuelle Pantoja Silva, que hoje estão no quinto semestre de Ciências Naturais com Habilitação em Química. A ideia surgiu durante a realização da disciplina História da Ciência.
O ‘Reutilização de Óleo de Frituras para a fabricação de Sabão Ecológico’ foi além das salas de aula e conseguiu aprovação na Chamada 2010 do Projeto de Extensão Campus Avançado, desenvolvido pela Pró-Reitoria de Extensão (Proex) da Uepa. Na chamada, os alunos foram beneficiados com uma bolsa de estudo da própria Universidade. A partir daí, o projeto não parou mais de crescer entre a comunidade acadêmica do Baixo Tocantins.
Hoje, o projeto é realizado em comunidades carentes e escolas públicas, e inclui palestras de sensibilização sobre os impactos ambientais das sobras de óleo de fritura doméstica, em pontos comerciais, hotéis, restaurantes e outros estabelecimentos.
O projeto também mostra às comunidades como é possível reaproveitar algo que era descartado para gerar um novo produto e também renda. “Todas as vezes que a gente vai apresentar esse projeto, é uma satisfação. Isso ajuda muito na nossa formação e na das pessoas”, diz a aluna Emmanuelle Pantoja.
Durante um ano de atividades, o projeto já percorreu a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) no município, a Organização Não Governamental Projeto Bola, Futebol e Arte, na Comunidade do Laranjal, e também o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).
Segundo o coordenador do Campus, Alex Otobo, na próxima fase do projeto, prevista para o segundo semestre, a proposta é instalar uma minifábrica de produção de sabão em barra no assentamento dos catadores de lixo na Vila dos Cabanos.
“Estamos em negociação com os proprietários dos hotéis da região, com a Associação dos Barraqueiros da Praia do Caripi, a empresa Alunorte e alguns comerciantes locais. Os hotéis da região, além de fornecerem o óleo bruto, também se responsabilizam em comprar toda a produção do sabão em barra a preço de mercado”, adianta Otobo.
SABÃO EM BARRA - RECEITA (500 ml)
- 250 ml de óleo de fritura usado;
- 50 ml de soda cáustica;
- 50 ml de água;
- 25 ml de desinfetante (pinho);
- 50 ml de álcool.
MODO DE FAZER
- Misture óleo, álcool, água e desinfetante até ficar homogêneo.
- Adicione a soda cáustica lentamente. Mexa por cerca de 20 minutos. Deixe descansar por dois dias e está pronto.
- Use recipiente de vidro.
- Ao manipular a soda cáustica, use luvas, avental, óculos e máscara de proteção.
(Ascom/Uepa)
Fonte : DOL 01/08/11